sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PERNAMBUCO IMORTAL!!!

Ser pernambucano antes de tudo, não é uma condição geográfica, é um estado de espírito. Eu diria que ser pernambucano, vai além de um alter ego absurdo e sem nexo, ser pernambucano, é ter orgulho de seu estado em forma de suas belezas naturais, de sua cultura e de seu povo.

Ser pernambucano antes de qualquer coisa, é ter a chamada “Pernambucanidade” correndo em suas veias e em seus pensamentos a toda hora do dia. É um orgulho tão ensurdecedor quanto o grave das alfaias em noites de maracatu, é ferver de nostalgia ao pular um belo frevo, é levar a vida na cirandagem, é nunca perder tempo com coisas mesquinhas e fúteis. É ser um brincante de cavalo marinho, nessa vida tão séria e cheia de armadilhas. Ao mesmo tempo, ser pernambucano é ter peito e coragem para tomar decisões difíceis na hora certa e assim como um bom baião ser forte e estar sempre preparado para as voltas que a vida dá.

Pernambucano é aquela pessoa que faz questão de cantar o hino do estado (nem que seja só o refrão). É o sujeito que sente um forte arrepio na espinha quando vê a mais bela bandeira estadual tremulando na sacada de um dos inúmeros casarões seculares da cidade de Olinda. Ser pernambucano é se maravilhar ao olhar (mesmo que poluídos) a calmaria dos rios Capibaribe e Beberibe, ao encontrar o mar.

Em cada centímetro dos 98.311 km² história e cultura se encontram. No que tange a história temos um legado de revoltas e resistência que só vem a ressaltar o quanto nosso povo é guerreiro e heróico. Um bom exemplo disso é a Insurreição Pernambucana (1645-1654), a Guerra dos Mascates (1710-1714), a Revolução de 1817, a Confederação do Equador em 1824, a Guerra dos Cabanos (1832-1835) e a Revolução Praieira (1848-1849).

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