quinta-feira, 8 de abril de 2010

Mais uma do Caranguejo

Poesiacidental 2

Me chamam de homem Caranguejo
um Caranguejo meio que revoado
sou um crustáceo antenado no que vejo
o futuro de um presente passado.

No mangue encontra-se o refúgio
e a necessidade o recolhe a maloca
mas findada a reclusão sem subterfúgio
empiricamente o caranguejo sai da toca.

O sinistro ocorre para provar
que o decápodo deve ter mais cuidado
e assim como a fênix renasce do fogo
o caranguejo resurge recuperado.

Adriano(Caranguejo) Xavier."

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