A Crise econômica internacional.
OPÇÕES ADMINISTRATIVAS
A reportagem fazia mensão a enorme quantidade de lançamentos e crédito na praça, ligados ao fenômeno da valorização imobiliária mundial, com destaque para: 1º Estados Unidos, 2º Reino Unido, 3º Cingapura e 4º Nova Zelândia e Autrália. Naquele ano, o economista Paul Crugman(Nobel de Economia em 2008) sustentava que essa festa de crédito para imóveis tratáva-se de um risco iminente a estabilidade econômica mundial, por ser um mercado movido a crédito e não a dinheiro vivo. Vale salientar que os maiores lançamentos de créditos no mundo, foram financiados por fundos estrangeiros do tipo City Group e AIG. Na época convencionou-se chamar essa euforia de BOLHA ESPECULATIVA IMOBILIÁRIA. Quem acompanhava os meios de divulgação midiática (jornais, tv, internet) cansou-se de escutar os jornalistas e economista falarem da tal bolha imobiliária e que ela iria estourar.
E as previsões ecônomicas aconteceram, a bolha estourou e a crise se instalou. E quem mais uma vez paga pelos problemas do capitalismo ultraglobalizado?
Os pobres, os trabalhadores da industria e comércio e alguns personagens de classe média.
Os efeitos da crise de 1929 duraram mais de dez anos, os especialistas dizem que no mínimo, a atual crise vai durar por mais dois anos. Mas a crise por incrível que pareça trouxe algo de positivo, pois ela serve pra mostrar que os países ricos estão mais vulneráveis as crises capitaliastas que os paises de economia emergente, a prova disso são os empréstimos que o G-20 vai conceder ao FMI para ajudar a estabilizar a economia mundial. Ou seja, pela primeira vez na história, o Basil vai emprestar dinheiro ao FMI, o que mostra que a crise ainda não nos atingiu completamente e que a economia brasileira ainda dá bons sinais e se depender do presidente, continuará a melhorar, a demissão do presidente do Banco do Brasil quis demonstrar isso, pois ele não havia conseguido diminuir o spread do banco(mas isso é outro assunto).
Mesmo assim tenho receio das previsões econômicas.
Adriano Xavier
Poeta.
Atualmente eletricista
Futuramente economista.
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